ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 27 DE DEZEMBRO DE 2007

 

 

Local : Administração – SAR 4

Horário: 20:30 hs

 

COMPOSIÇÃO DA MESA:

                           Presidente                        - DONALDO FERREIRA DE MORAES 

                           Secretário                     - JOSÉ MÁRIO SARPI VELASCO

 

                  Aos 27 dias do mês de dezembro de 2007, às 20:30 hs, em segunda chamada, foi instalada a Assembléia Geral Extrordinária da SOCIEDADE ALPHAVILLE RESIDENCIAL 4. Aberta a Assembléia pelo sr. José Monteiro Paulino,  Presidente do Conselho Deliberativo, designou o Sr. DONALDO FERREIRA DE MORAES  para presidi-la e a mim,  JOSÉ MARIO SARPI VELASCO,  para secretariá-la e, ato contínuo, afastou-se da mesa dos trabalhos.  Assim composta a mesa, o Senhor Presidente deu início aos trabalhos pela leitura do edital de convocação publicado no jornal “O Estado de São Paulo”, em 20 de dezembro de 2007, nos termos seguintes: "De conformidade com o artigo 12 dos Estatutos Sociais desta Associação, ficam convocados os senhores Titulares, Compromissários, Compradores, Cessionários e Promissários ou Cessionários de Direito de Domínio Útil, sobre imóveis localizados no loteamento denominado Alphaville Residencial 4, a reunirem-se em Assembléia Geral Extrordinária, na sede administrativa da Sociedade Alphaville Residencial 4, sita no Município de Santana de Parnaíba – São Paulo, na data de 27 de dezembro de 2007, às 20:00 horas, com a presença de metade mais um dos moradores habilitados na condição de associado da Sociedade Alphaville Residencial 4, ou 30 minutos após, às 20:30 hs, com a presença de qualquer número, a fim de debaterem e decidirem sobre a seguinte ordem do dia": ITEM 1: Análise e aprovação da previsão orçamentária (sem alteração) para o 1.º semestre de 2008. ITEM 2:  Desfiliação do Residencial 4 da Sociedade Alphaville Tamboré; Item 3: Nomeação de 10 (dez) associados que representaram a Assembléia na assinatura e confirmar a presente ata. ITEM 4: Outros assuntos não passíveis de votação. Lembramos aos Srs. Associados, a necessidade de estar quites com a Sociedade para poder exercer o direito ao voto, podendo a mulher representar o marido independentemente de mandato. Não é permitido o voto por procuração. Favor portar o “HABITE-SE”. Caso tenha efetuado o pagamento de taxas nos últimos dias, solicitamos a apresentação de sua quitação. Santana de Parnaíba, 18 de dezembro de 2007   (a) José Monteiro Paulino – Presidente do Conselho Deliberativo.  Dando início aos trabalhos, o Senhor Presidente da Assembléia convida  o Diretor Financeiro da entidade, Sr. João Buitron, para o cumprimento do Item 1. Previsão orçamentária do 1º semestre de 2008. Com a palavra o sr. João Buitron,  passou ele, através de planilhas e gráficos, a demonstrar aos presentes, a desnecessidade de promover   reajustes na taxa mensal em razão de haver a sociedade  conseguido manter uma posição financeira confortável,  já que se encontrava próxima do montante  equivalente a  5 (cinco) vezes o valor da taxa de custeio, quando   na sua opinião pessoal e da Diretoria a posição ideal seria de se manter apenas 3 (três) vezes.  Sugere a proposta de se manter estável o valor da cobrança, mas com uma redução,  no primeiro semestre, do montante de 10% (dez por cento) aplicável somente no valor de custeio,  excetuando-se os Fundos de Obras e Esportes e Tv Alphaville.,  acrescentando que essa bonificação,  se aprovada pelo plenário,  será aplicada, somente aos associados que efetuarem seus pagamentos rigorosamente em dia. Continuando,  o sr. João Buitron,  diz que gostaria que a Assembléia pudesse discutir num futuro próximo a possibilidade de se colocar em prática  a possibilidade de se criar uma espécie de  seguro de vida,  ou mediante a criação de um fundo, que pudesse favorecer os herdeiros de associados falecidos,  por um período de 12 (doze) meses,  porquanto ele, João Buitron,  vê-se obrigado,  para cumprir o que dispõe o Estatuto Social,  a executar os débitos e penhorar os bens e levá-los à  praça,  a fim de receber os valores devidos por esses associados falecidos.  Com a palavra o sr. Presidente da Assembléia para  relatar o caso de 2 (dois) jovens, um dos quais menor de idade,  nossos moradores,  que perderam mãe e pai, e que estão passando por um processo de execução,  com a penhora  do imóvel em que residem. Com a palavra a Sra. Iracema Longano  para protestar contra a discussão desse tema por entender que a nossa sociedade não é casa de caridade. Com a palavra a filha do associado, Sr. Juan Burgos Sanz, para colocar-se igualmente  em posição contrária por considerar que não se pode fazer caridade com dinheiro alheio, já que ela é aposentada e paga o condomínio com sacrifício pessoal. Com a  palavra  o associado Sr. Aurélio Francisco da Silva, para dizer  que falta clareza nas planilhas apresentadas pelo Diretor Financeiro, pois deveria compará-las com os números de 2002. Com a palavra o associado Sr. Sergio de Almeida para reclamar  sobre a data da realização desta Assembléia e indaga  se vamos manter a taxa como na convocação, sem alteração ou vamos reduzi-la. O sr.  Presidente,  respondendo,  informa que a convocação da Assembléia foi feita de acordo  com o calendário previsto no Estatuto Social,  e esclarece que  o plenário poderá votar pela redução ou  pela manutenção,  já que se trata de matéria constante do edital de convocação. Novamente  com a palavra  o  associado Sr. Sergio de Almeida  para manifestar-se contrariamente à  concessão dos 10% (dez por cento) de desconto por entender que esse desconto  deve ser estendido aos não pagantes. Com a palavra o associado Sr. Elio Giacomo Papaiz para dizer  ao Sr. Sergio que esta matéria já fora amplamente discutida pelo Conselho Deliberativo do qual ambos fazem parte e que,  portanto, considerava essa matéria já superada. Com a palavra o  associado Sr. Aziz Maluf Filho para  dizer que não conseguia entender a proposta do sr. Sérgio já que  o adimplente deve ser premiado por pagar em dia. Com a  palavra  o associado Sr. Dílson Villano Collaneri para dizer que a concessão  do desconto passará a ser um incentivo até mesmo para o inadimplente,  que passará a pagar em dia o valor do condomínio.   Novamente com a palavra  o sr. Aziz Maluf Filho para dizer que,  na sua gestão na Presidência do Centro Comercial de Alphaville, passou a conceder uma bonificação de 10% (dez por cento) de pontualidade,  que trouxe como conseqüência  imediata uma melhoria da adimplência, o  que efetivamente levou mais gente a pagar.  Encerrada a discussão desta matéria, o sr. Presidente colocou em votação a proposta de se manter o mesmo valor do condomínio do ano anterior  com a redução dos 10% para aqueles associados que efetuarem seus pagamentos em dia,  o que se aplicaria para o 1º semestre de 2008,  sendo tal proposta aprovada  por unanimidade.  O Sr. Presidente da  Assembléia,  em seguida,  disse que iria ler uma correspondência enviada pelo  Prefeito Municipal de Santana de Parnaíba, Sr. JOSÉ BENEDITO PEREIRA FERNANDES, no seguinte teor: OF. N.º 690/2007-GP – Santana de Parnaíba, 21 de dezembro de 2007. Senhor Presidente,             Tendo tomado conhecimento através da publicação veiculada no dia 14 de dezembro p.p., na Folha de Alphaville, dos resultados financeiros da Sociedade Alphaville Residencial 04, aproveito para parabeniza-lo pelas obras que essa Sociedade há tempos vem realizando cujo resultado financeiro é altamente favorável a todos os moradores desse residencial. Saliento ainda, que tive a oportunidade de participar de duas grandes inaugurações executadas por essa Sociedade – o Conjunto Esportivo e a grande Praça.E com satisfação tomei conhecimento que além de todas as execuções e manutenções feitas pelo Condomínio, essa Administração passará a dar em 2008, para aqueles que pagarem adimplementemente um desconto, que fará com que o valor da taxa de condomínio seja inferior ao que se cobravam anos atrás. Outrossim, o município também esta comungando dessa mesma política, porque nos últimos 11 anos acabou reajustando os valores do IPTU em 22% abaixo da inflação. Derradeiramente parabenizo essa Administração, assim como as anteriores, que com o trabalho continuo tem promovido esses grandiosos resultados, tanto na execução de obras quanto na manutenção e assim também na execução econômica e financeira, visto que com tudo que realizaram ainda possuem um significativo aporte entesourado no caixa da Sociedade, o que mostra e comprova a dedicação, seriedade, responsabilidade e o emprenho de todos que participam da administração desse Condomínio. Valho-me da oportunidade para apresentar a Vossa Senhoria protestos de elevada estima e distinta consideração e desejar um Feliz Natal e Prospero Ano Novo, que certamente com o trabalho realizado será grande sucesso.  Novamente com a palavra o senhor presidente para propor que se  conste em ata o bom desempenho da Diretoria Executiva por se encontrar a sociedade há  quatro anos sem reajuste significativo na taxa mensal, que no próximo semestre terá  os seguintes valores: Despesas com Custeio, em 17/01/2008, R$ 277,98 (duzentos e setenta e sete reais e noventa e oito centavos) de taxa suplementar, com 10% de bonificação para pagamento até a data de vencimento;  em 17/02/2008, R$ 277,98 (duzentos e setenta e sete reais e noventa e oito centavos) de taxa suplementar, com 10% de bonificação para pagamento até a data de vencimento; em 17/03/2008 R$ 277,98 (duzentos e setenta e sete reais e  noventa e oito centavos) de taxa suplementar, com 10% de bonificação para pagamento até a data de vencimento; 17/04/2008, R$ 277,98 (duzentos e setenta e sete reais e noventa e oito centavos), com 10% de bonificação para pagamento até a data de vencimento; em 17/05/2008, R$ 277,98 (duzentos e setenta e sete  reais e noventa e oito centavos) de taxa suplementar, com 10% de bonificação para pagamento até a data de vencimento; em 17/06/2008, R$ 277,98 (duzentos e setenta e sete  reais e noventa e oito centavos) de taxa suplementar, com 10% de bonificação para pagamento até a data de vencimento,  por lote padrão de 360 metros quadrados. Como investimentos,  Fundo do Departamento de Esportes por lote padrão de 360 metros quadrados, em 17/01/2008, R$ 6,86 (seis reais e oitenta e seis centavos); em 17/02/2008, R$ 6,86 (seis reais e oitenta e seis centavos); em 17/03/2008, R$ 6,86 (seis reais e oitenta e seis centavos); 17/04/2008, R$ 6,86 (seis reais e oitenta e seis centavos); em 17/05/2008, R$ 6,86 (seis reais e oitenta e seis  centavos); em 17/06/2008, R$ 6,86 (seis reais e oitenta e seis centavos). Como Fundo de Obras, por lote padrão de 360 metros quadrados, em 17/01/2008, R$ 25,00 (vinte e cinco reais); em 17/02/2008, R$ 25,00 (vinte e cinco reais); em 17/03/2008, R$ 25,00 (vinte e cinco reais); em 17/04/2008, R$ 25,00 (vinte e cinco reais); em 17/05/2008, R$ 25,00 (vinte e cinco reais), e em 17/06/2008 R$ 25,00 (vinte e cinco reais). Como  TV Alphaville em 17/01/2008, R$ 14,15 (catorze reais e quinze centavos); em 17/02/2008, R$ 14,15 (catorze reais e quinze centavos); em 17/03/2008, R$ 14,15 (catorze reais e quinze centavos); em 17/04/2008, R$ 14,15 (catorze reais e quinze centavos); em 17/05/2008, R$ 14,15 (catorze reais e quinze centavos); em 17/06/2008, R$ 14,15 (catorze reais e quinze centavos), por unidade de lote.  A seguir,  o  sr. Presidente  passou-se ao Item 2. Desfiliação do Residencial 4 da Sociedade Alphaville Tamboré. Com a palavra o associado Geraldo José Michelotti para propor que, em primeiro lugar,  houvesse uma exposição da Diretoria para conhecer as razões pelas quais a sociedade deva ou não sair da SIA. Com a palavra o sr. . Paulo Yeda, presidente da Diretoria Executiva,  para fazer uma longa explanação, desde o tempo em que ocupou o cargo de Diretor Administrativo da SIA, e por fim foi seu presidente,  e explicando que tanto ele quanto o sr. Paulo  Dal Médico,  que ocupava o cargo de Presidente do Conselho Deliberativo,  passaram a sofrer pressões a partir do processo de negociação do terreno  que o nosso Residencial obteve, por  acordo ajustado com a ELETROPAULO;  relatou que ambos foram enxovalhados pelos membros da Diretoria e Conselho da SIA sob a acusação de que foram omissos e que prejudicaram a comunidade quando agiram  em favor do Residencial 4;   que a  pressão foi de tal forma que a SIA chegou a receber pedido de desfiliação de vários associados   a fim de nos pressionar a  solicitar demissão;  que essa  demissão somente se concretizou após o recebimento da seguinte correspondência: Ilmo Senhor, Paulo Roberto da Silva Yeda – Nesta – Ref.: SIA 207/12/07 – Prezado Senhor: A Mesa Diretiva do Conselho Deliberativo da SIA – Sociedade Alphaville Tamboré, eleita no dia 13/11/2007, ciente da sua responsabilidade de envidar todos os esforços no sentido de dar continuidade ao processo de “Renovação”, reivindicado por algumas Associadas, em Reunião Especial dos Presidentes da diretoria Executiva e Conselho Deliberativo das Associadas, realizada em 31/10/2007, vem à presença de V.As. com intuito de solicitar a formalização do seu pedido de desligamento, como Presidente da Diretoria Executiva. Cabe salientar, que tal solicitação está embasada no resultado da já mencionada reunião, amplamente discutido, esclarecido e documentado através de Ata, não havendo, portanto qualquer fato concreto que desabone a sua pessoa enquanto Presidente da Diretoria Executiva da SIA, cargo ocupado desde 01/01/2007. Aproveitamos o ensejo para agradecer a dedicação e o empenho emprestados voluntariamente à nossa Comunidade. Certos de sermos atendidos reiteramos nossos votos de estima e consideração. Atenciosamente – Edgar Harry Schmitz – Presidente do Conselho Deliberativo;   que tendo  a SIA desconsiderado seus Estatutos e, mais,  elegendo membros da Diretoria anterior, que eram inelegíveis segundo os próprios Estatutos,  e como existem reclamações da nossa Diretoria de Segurança, quanto aos serviços prestados pela SIA, estamos solicitando do plenário autorização para nossa desfiliação que  já foi autorizada pelo Conselho Deliberativo. Com a palavra o associado Elio Giacomo Papaiz para indagar   ao Sr. Paulo Yeda, como ele vê a SIA hoje.  Respondendo, o Sr. Paulo Yeda informa que essa instituição encontra-se totalmente voltada para a política partidária,  o que foge aos objetivos iniciais pelas quais ela  foi criada. Com a palavra  o associado Sr. Sergio de Almeida, para dizer que a decisão que será proferida pela  Assembléia é um verdadeiro jogo de cartas marcadas,  já que ele sabe qual será o teor da deliberação. Respondendo, o sr. Presidente diz que a Assembléia é soberana para  decidir e que cada um dos  associados presentes emitirá  o seu  voto de acordo com a sua consciência,  e que não existe um jogo de cartas marcadas.,  e convida o  Sr. Antonio Rufino, Diretor de Segurança do nosso residencial para expor sua importante opinião sobre a SIA. Com a palavra o  Sr. Rufino para dizer que  começou a se preocupar com a SIA por ocasião da escolha de empresa que presta serviços na área de Segurança, pois no edital de convocação tinha uma clausula dispondo que o proprietário da empresa vencedora deveria residir em Alphaville, e outra, ainda,  que exigia um certificado internacional, que somente essa mesma empresa possuía. Vencida essa licitação por essa empresa,  o que ocorreu foi uma violenta queda da qualidade dos serviços prestados;  que,  assim,  ele,  como  Diretor de Segurança do nosso Residencial,  entendia que a SIA já não mais cumpria  os seus objetivos .Com a palavra o  associado Sr. Paulo Dal Médico para dizer que fora  por 4 (quatro) anos  Diretor de Segurança da SIA, e que nesse período havia a Ronda Integrada, hoje desativada, quando a segurança levava combustível aos carros parados, auxiliavam até no transporte de moradoras e que  hoje esse serviço cessou;  que quando ocorre um acidente limitam-se apenas a efetuar o registro do nome e coleta dos documentos do morador com dificuldades;  que o contrato também foi mudado, pois o acordado é que seriam carros GM Blazer e não FORD EcoSport. Com a palavra o  associado Sr. Sergio de Almeida para dizer que embora não conhecendo a  SIA,   vê com a preocupação a repentina  saída do nosso Residencial dessa organização;  que procurou a  SIA e lá recebeu algumas  atas o que o convenceu que o problema surgido com os  Diretores  Paulo  Yeda e Paulo  Dal Médico  foi por causa da Lei do Zoneamento;  que o nosso Residencial tinha que ter lutado para não se construísse torre nenhuma;   que a nossa  Diretoria tem que assumir que errou. Com a palavra  o  Sr. Presidente para,  em resposta ao que  afirmou o Sr. Sergio de Almeida,  apresentar um  resumo dos fatos anteriores a esses acontecimentos da SIA, e disse o seguinte:  que é  do  conhecimento de todos,  e especialmente do sr. associado e Conselheiro Sérgio de Almeida,  que o nosso residencial  conseguiu receber uma área de 12.000 metros quadrados;  que a obtenção dessa  área somente foi possível porque o sr. Paulo Dal Médico,  num  ato de ousadia e de coragem,  atendera uma sugestão feita por ele, ora Presidente da Assembléia, que o orientara a ingressar na área e ali realizasse benfeitorias a fim de tentar num futuro obter a propriedade por meio de ação de usucapião;  que o Sr. Paulo Dal Médico  determinou o início de algumas benfeitorias e, mais tarde,  nela promoveu um  campo de futebol,  com investimentos na  ordem de R$ 70.000,00 (setenta mil reais);  que templos depois, a ELETROPAULO ingressou  com uma ação de reintegração de posse,  mas por descuido da sua  administração não promoveu a efetiva posse do terreno,  o que seria possível por meio da construção de alguma benfeitoria;  que em razão dessa omissão,  não conseguiu a referida concessionária a medida liminar de reintegração de posse,  sendo o  processo remetido para as vias ordinárias,  o que poderia levar de 6 a 10 anos para  uma decisão;  que,  como a empresa tivesse negociado o terreno com a  Construtora  Setin,  ela procurou  o nosso residencial e ofereceu  em pagamento o montante ali investido,  de R$ 70.000,00 (setenta mil reais)  que foi recusado pela  Diretoria;  que ofereceram, então, o  pagamento do valor de  R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais),  que igualmente  foi recusado pela Diretoria;  que, então, a nossa  Diretoria,  com aprovação do Conselho Deliberativo,  contra-propôs o recebimento de 12.000 metros quadrados,  que foi  aceito pela Construtora Setin;  que se para a construção na área foi necessário mudar-se ou não a Lei de Zoneamento Municipal,  é matéria estranha ao nosso Residencial,     que a  discussão de tal  assunto é da estrita competência da  Câmara Municipal e da Prefeitura Municipal,  já que não fomos consultados e nem havia razão para que tal ocorresse;  que o direito de propriedade da área,  que  legitimamente pertence à Construtora Setin,  por disposição  da  legislação  civil assegura a ela o direito de usar, gozar e livremente dispor do  terreno;  que, aliás,  ninguém pode impedir o proprietário de uma  área  de construir no terreno que  lhe  pertença, bastando que se observe a legislação pertinente;  que no nosso caso é de se considerar  que o nosso residencial recebeu de graça,  sem qualquer esforço,  a não  ser  pela  ousadia e discernimento do sr. Paulo Dal Médico,  que acrescentou 12.000 metros quadrados ao patrimônio  do nosso residencial;  que  tudo o  mais,  inclusive as questões discutidas pela SIA não têm a menor relevância,  porquanto pretendeu-se vincular a ela, SIA,  fatos que diziam respeito à  economia  interna do nosso residencial,  que agiu acertadamente em todo o processo que culminou pelo recebimento daquela valiosa área,  que, de resto,  tratou-se de negociações que foram encetadas pela  Diretoria e todas  aprovadas pelo nosso Conselho Deliberativo. Com a  palavra o associado Sr. José Monteiro Paulino para alertar o  plenário que na discussão da  desfiliação da SIA  o associado Sr. Sergio de Almeida  mudou  o foco do item discutido. Com a  palavra o associado Sr. Edson Talarico para  indagar ao associado Sr. Sergio de Almeida se ele tem conhecimento de que foram vendidos 5.900.000 de metros quadrados de terra para a empresa Camargo Correa para construção de novos empreendimentos. Com a palavra  o Sr. João Buitron para dizer diz que a SIA passou a ser um trampolim político, e com os R$ 260.000,00 (duzentos e sessenta mil reais) que vamos deixar de pagar, poderemos fazer uma segurança melhor. Com a palavra o  associado Sr. Mario Armando Longano para dizer que em São Paulo existem milhares de residenciais e nenhum tem SIA. Encerrada a discussão da matéria,  o Sr. Presidente coloca este item em votação nominal,  que,  realizada, apurou-se o seguinte resultado: 85 (oitenta e cinco) votos  favoráveis à  desfiliação da SIA, 85 votos e 24 (vinte e quatro) votos contrários a essa desfiliação. Pelo sr. Presidente,  em atendimento ao item “3” do Edital,  foi solicitado à Assembléia a indicação de 10 (dez) nomes para que validassem e assinassem a  presente ata,  tendo sido  sugerido e aprovado os nomes seguintes: os associados: Alaor Guimarães, Elio Giacomo Papaiz, Nilo Morales,  Décio Romano, Sergio de Almeida, João Costa da Silva,  Roberto Schalge, Valmir Requena, Fernando Schevz, Milton Lucato.  Passando ao Item “4”. Outros assuntos não passiveis de votação, o sr. Presidente deixou livre a palavra  para  os  associados  que  pretendessem se manifestar.  Os associados Srs. Mario A Longano e João Buitron, sugerem mudança no calendário fiscal da Sociedade, de novembro a novembro para que se evite marcar uma reunião de moradores em data imprópria. O associado Antonio Mendonça indaga como se encontram às ações contra a cobrança de “foro” O Sr. Presidente explica que as ações estavam paradas pela recusa do cartório em fornecer as certidões de aforamento (inexistência), mas já se encontra regularizado esse pequeno problema e acredita ele que dentro de um mês ou dois, teremos novidades. O associado Sr. Sergio de Almeida sugere a criação de comissão para alteração dos Estatutos Sociais e parabeniza alguns Conselheiros que se manifestaram e conseguiram a criação do Conselho Fiscal. O associado Sr. Fernando Schevz reclama de uma festa que houve na área defronte a sua residência. O Diretor Social comprometeu-se a não mais autorizar a realização de tais festas. A Sra. Cristiane solicita que a quadra poliesportiva tenha  tela de proteção e bebedouro. O Diretor Social  informou que essas benfeitorias existiam e foram destruídas,  mas que irá verificar a possibilidade de restaurá-las brevemente. . O associado Sr. Sergio de Almeida sugere que as  sejam gravadas as  Assembléias Gerais.  O Sr. Presidente  informou que  a grande dificuldade das gravações é que se duas ou mais pessoas falarem ao mesmo tempo  fica difícil entender a gravação,  mas que o  assunto será objeto de  consideração.  O associado Sr. João Costa solicita que se troque a areia dos parquinhos com mais freqüência,  ficando tal assunto de ser devidamente solucionado. Como nada mais houvesse a tratar,  pelo sr. Presidente foi  declarado encerrados  os trabalhos da presente Assembléia dos quais eu, JOSÉ MARIO SARPI VELASCO,  Secretário  “ad hoc” lavrei a presente ata que segue assinada por todos..

 

 

 

Donaldo Ferreira de Moraes                                                           José Mario Sarpi Velasco

Presidente                                                                                         Secretario